Investigar
Compreender relações que não cabem em caixas.Ecologia do conhecimento, governança, culturas de aprendizagem, inteligência artificial e dinâmicas sociotécnicas.
Engenheiro do conhecimento · escritor · artista multimídia
Construo sistemas para organizar conhecimentos. Escrevo, componho e produzo imagens para imaginar outros mundos.
“Não separo ciência e arte. Ambas são modos de formular perguntas, revelar relações e disputar o que o mundo pode ser.”
Sou Gustavo Simas da Silva, doutorando e mestre em Engenharia, Gestão e Mídia do Conhecimento pela UFSC, engenheiro eletrônico, escritor e produtor musical.
Minha prática atravessa ecossistemas de inovação, ecologia do conhecimento, inteligência artificial, literatura, música e imagens sintéticas. Interessa-me o espaço onde essas linguagens deixam de ser categorias e passam a formar relações.
As áreas se atravessam. Uma pesquisa pode virar plataforma; uma imagem pode virar argumento; uma música pode preservar memória.
Ecologia do conhecimento, governança, culturas de aprendizagem, inteligência artificial e dinâmicas sociotécnicas.
Plataformas, modelos, visualizações, dados e experiências digitais para tornar conhecimentos acionáveis.
Poesia, ensaio, música, curadoria, audiovisual e promptografia como linguagens de investigação do mundo.
Livros, pesquisas, plataformas, discos e experimentos visuais conectados pelas perguntas que os originaram.
Uma cartografia crítica das tecnologias que nos criam — entre tecnopólio, subjetividade e futuros pluriversos.
Poemas sobre o vivido, o perdido e o observado — com lirismo confessional, ironia e atenção às belezas tortas do cotidiano.
Metamodelo conceitual para mapear ecossistemas de conhecimento e culturas de aprendizagem organizacional.
Memória e (re)construção de realidades: imagens sintéticas como prática artística e investigação sociotécnica.
Música brasileira em suas infinitas versões — repertório, memória, comunicação cultural e novas interpretações.

Primeiro álbum autoral, criado entre literatura e experimentação sonora, com faixas inspiradas por mundos ficcionais.
Álbuns instrumentais, releituras, paisagens sonoras e projetos em que literatura, cultura e tecnologia ganham outra frequência.

Uma formação técnica que se expandiu para sistemas humanos, culturas, linguagens e formas de imaginar futuros.

Publicação do artigo sobre promptografia, lançamento de Berimbrasil, Vol. 1 e expansão de plataformas digitais autorais.
Publicação do livro de poesia “E o que eu faço com isso?” e do ensaio sociotécnico “Tecnogonia”.
Conclusão do mestrado na UFSC com o metamodelo ECO-CAOs e intensificação da produção científica sobre conhecimento, IA e ecossistemas.
Primeiro álbum instrumental autoral, gravado durante a quarentena e atravessado por referências literárias.
Técnico em Eletrônica pelo IFSC e Engenheiro Eletrônico pela UFSC, com experiências em robótica, áudio, dados e tecnologias assistivas.
A produção acadêmica percorre conhecimento, aprendizagem, inovação, sustentabilidade, inteligência artificial e cultura.
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